No dia 31 de março e para culminar o "Mês da Leitura", a escritora e ilustradora Elsa Lé veio à nossa escola e encontrou-se com todos os alunos, desde os da pré aos de 4.º ano.
Falou de si, contou algumas das suas histórias, desenhou as suas personagens e respondeu a todas as perguntas que os alunos lhe foram colocando. No final, de cada sessão autografou os livros que os alunos haviam comprado na Feira do Livro, realizada a 1 de março.
O nosso sincero obrigado a Elsa Lé pela disponibilidade e simpatia.
Nos dias 28 de fevereiro e 1 de março decorreu mais uma edição da nossa Feira do Livro.
A todos os que nos visitaram e, sobretudo, aos encarregados de educação que marcaram a sua presença não podemos deixar de manifestar a nossa satisfação pelo facto de reconhecerem a importância da leitura no desenvolvimento do indivíduo.
Na sala do 3.ºA, a semana da leitura terminou da melhor maneira. A D. Dulce, mãe do Daniel, veio contar, a história “No moinho do monte” de Maria Zita Leão. Apesar de sabermos da sua vinda, todos se surpreenderam e deliraram com a entrada da D. Dulce. No rosto, um sorriso doce e dirigido a cada um, numa mão o livro, e na outra, um grande e bonito moinho em cartão! Após este primeiro momento, onde não faltaram perguntas acerca do moinho, o nível de motivação para ouvirem a contadora de histórias do dia estava no auge, e a história desenrolou-se. Quando acabou, foi a vez de se conversar sobre o quanto é importante sonhar, acreditar e trabalhar para que os sonhos se concretizem, tal como fizera o menino da história, filho de moleiros e que sonhava com o monte coberto de flores. Num segundo momento, as crianças manusearam, desmancharam e reconstruíram o moinho que a D. Dulce trouxe e cantamos a canção “O moinho”, acompanhada com gestos. Depois, cada aluno construiu um vira vento. Foi uma manhã muito agradável e rica de aprendizagens. Obrigada D. Dulce.
Na passada 6ª feira, comemorámos o Dia Mundial do Livro de uma forma bastante agradável. A mãe da nossa colega Bruna veio à escola contar-nos uma história. Anteriormente, a nossa professora explicou-nos o porquê de se festejar este dia e a importância que o livro tem nas nossas vidas. Nada melhor do que termos um membro da comunidade educativa para nos aproximarmos ainda mais dos livros. Assim, a Dª Carla Gouveia, depois do seu expediente, disponibilizou-se a encantar-nos com os seus contos. A actividade decorreu na nossa biblioteca, já que é o cenário ideal para tal acontecimento. A história chamava-se: “A que sabe a Lua?”, de Michael Grejniec (um autor com um nome complicado), que conta a história de um grupo de animais que desejavam averiguar que sabor tinha a Lua e, juntos, com muita amizade e companheirismo, conseguiram alcançar o seu objectivo. Gostámos muito desta história e estava a ser tão bom que não queríamos ir embora… Então, a nossa colega Bruna, foi à estante da nossa biblioteca e propôs à mãe a leitura do livro: “Um milhão de beijinhos”, da autora Elsa Lé. Esta história é lindíssima, dedicada ao amor de uma filha por um pai. Achámos que foi uma deliciosa coincidência entre a Bruna e a sua mãe, visto que foi ela que escolheu o livro. No final, fomos para a nossa sala ouvir, no site dos livros digitais, a história dos “Dez dedos, dez segredos”, de Maria Alberta Menéres e a Dª Carla, muito simpática, ofereceu-nos chupas e rebuçados. Nós adorámos este dia e prometemos que não irá ficar por aqui, pois os nossos pais também irão fazer a mesma actividade. No entanto, agora cabe-nos agradecer, do fundo do coração, a atitude generosa da Dª Carla Gouveia, bem como à nossa colega Bruna. Muito Obrigado e deliciem-se com as fotos!
No passado dia 21 de Abril, a turma do 4.º A e a do 10.º E, encontaram-se de novo, no âmbito do projecto "Um lugar para os clássicos", desta feita em Coimbra e em Alcobaça.
Com base na história de D. Pedro e Inês de Castro, as duas turmas procuram encontrar poetas que, ao longo dos tempos, falassem deste amor contrariado, mas eterno. Depois, empenharam-se e resolveram encenar os textos pesquisados nos locais certos. Assim, os mais pequenos recitaram "Soneto de Inês" de Ary dos Santos junto à Fonte dos Amores, na Quinta das Lágrimas, em Coimbra, enquanto que os mais velhos encenaram o episódio de Inês de Castro de "Os Lusíadas" de Camões.
As duas turmas visitaram ainda o castelo de Montemor-o-Novo, o local onde foi decidida a morte de Inês, e o Mosteiro de Alcobaça. No mosteiro, houve visita guiada e, no final, os mais pequenos recitaram Miguel Torga, Afonso Lopes Vieira e Bocage.
Foi um dia fantástico que ficará na memória de todos os que participaram nesta iniciativa.
Os frutos são saudáveis ajudam-nos a crescer... Dão-nos energia e força! Os frutos são deliciosos são ricos em vitaminas. Há tantos e tão diferentes... nas cores , sabores e formas! O vermelho é a cor da cereja, da maçã, do morango... É também a cor do coração, do amor, da fúria e das rosas! Há o verde que é a cor das uvas, dos figos e dos melões. A relva e as árvores também são verdes. O amarelo da maçã, da banana, da pêra... O sol e a areia da praia reluzem! Os frutos estão na roda dos alimentos Tão coloridos e apetitosos Brilhantes e docinhos! Comer fruta Faz-nos valentes...
Para viver com autonomia, com plena consciência de si próprio e dos outros, para poder tomar decisões face à complexidade do mundo actual, para exercer uma cidadania activa, é indispensável dominar a leitura. Determinante no desenvolvimento cognitivo, na formação do juízo crítico, no acesso à informação, na expressão, no enriquecimento cultural e em tantos outros domínios, é encarada como uma competência básica que todos os indivíduos devem adquirir para poderem aprender, trabalhar e realizar-se no mundo contemporâneo.
Soube a definição na minha infância. Mas o tempo apagou As linhas que no mapa da memória A mestra palmatória Desenhou.
Hoje Sei apenas gostar Desta nesga de terra Debruada de mar.
Miguel Torga ~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~ MAR PORTUGUÊS
Ó mar salgado, quanto do teu sal São lágrimas de Portugal! Por te cruzarmos, quantas mães choraram, Quantos filhos em vão rezaram! Quantas noivas ficaram por casar Para que fosses nosso, ó mar!
Valeu a pena? Tudo vale a pena Se a alma não é pequena. Quem quer passar além do Bojador Tem que passar além da dor. Deus ao mar o perigo e o abismo deu, Mas nele é que espelhou o céu.